Currículo Online – Talita Matos

Sexo e comportamento

Na rádio Transamérica, além de cobrir eventos, shows e bastidores dos programas, escrevi textos voltados para um público jovem sobre sexo e comportamento. Confira os textos na íntegra:

*A união homossexual é uma questão pessoal ou social?

Até onde vão os limites para amar? O que é certo ou errado entre duas pessoas apaixonadas que pretendem se unir? E nesse caso, por que a tendência é sempre pensar em duas pessoas do sexo oposto? Afinal, são questões individuais que poderiam trazer filosofias sobre a vida e o universo, mas inserir um contexto homossexual pode levar a uma discussão fervorosa e polêmica.

A sociedade estabeleceu limites e ninguém percebeu, pois fomos e ainda somos educados desta forma. Em geral, abordar assuntos como o casamento gay é o espanto para muitos e orgulho para uma minoria. Atualmente, a novela Duas Caras, da Rede Globo, tem um casal homossexual, o Bernardinho, vivido por Thiago Mendonça, e Carlão, personagem de Lugui Palhares, que pode se casar e dar um beijo no último capítulo. O autor Aguinaldo Silva sabe que enfrentará muitas críticas e em uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo declarou que o capítulo será escrito, mas não garante que vai ao ar.

Atitudes como dessa possível cena choca a grande massa, que é heterossexual, mas contrapontos acontecem. Em 2007, o site Lovefilm.com fez uma pesquisa e divulgou que o beijo entre os atores Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, no filme O Segredo de Brokeback Mountain, foi considerado o melhor beijo de cinema de todos os tempos.

Desta forma, a homossexualidade divide opiniões até entre os próprios gays. Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, não existe diferença hormonal entre os heteros e os homossexuais, mas sim uma questão do jeito da pessoa ser. Porém, nem sempre é fácil se aceitar e ela conta “Eu recebo várias pessoas aqui falando – eu sou homossexual, não me aceito assim e quero que a senhora me ajude a virar um heterossexual. Eu simplesmente digo que isso é impossível. Eu acredito sim, que o homossexual nasça homossexual, que há um gay dentro do útero. Não é uma coisa que se vai aprender com a convivência”.

O estudante de enfermagem, Milson Júnior, de 25 anos, sempre gostou só de meninos e diz que percebeu a sua homossexualidade desde muito jovem, sendo assim ele acredita que pode ser até uma questão genética “No fundo no fundo, todos sabem das suas vontades, mas é uma questão de aceitação e amadurecimento. No início tive total rejeição, ainda mais quando não há apoio de ninguém, tudo fica mais difícil”, disse.

Passar pelo período de aceitação é uma das fases mais complicadas. “Ninguém se depara, de um primeiro momento com essa sensação ‘sou homossexual’ e fala – Ah! Ótimo, maravilha – ele passa por um conflito muito grande, porque a nossa cultura foi feita para heterossexuais”, explica a psicoterapeuta que acrescenta “É todo um trabalho de auto-aceitação dentro de um auto-conhecimento. A pessoa tem que relevar o fato de – Eu sou diferente da grande maioria -, mas isso não quer dizer que eu seja torto, errado, que isso é algo sujo, mas é uma característica individual. Então, a pessoa tem que questionar tudo isso que foi imposto na nossa sociedade”.

A radialista Juliana Santos*, de 24 anos, já teve relações heterossexuais estáveis durante a adolescência, mas sempre sentiu atrações por outras meninas. Somente aos 21 anos, ela iniciou o seu primeiro relacionamento gay “Mesmo sentindo esta atração ainda não tinha percebido minha homossexualidade, pois achava que aqueles sentimentos eram comuns a todos. Só aos 21 anos, depois de dois relacionamentos heterossexuais estáveis, foi que iniciei um relacionamento gay. Na ocasião, passei a desconfiar das tais atrações e tive coragem e iniciativa para certificá-las”.

Juliana ao se assumir foi contando aos poucos para alguns amigos e pessoas que ela acreditava serem compreensivas, porém ainda não contou a família “Ainda estou analisando a possibilidade de contar para a minha família, já que se tratam de religiosos que perceptivelmente não aprovam essa situação”, conta. Já Milson, tentou contar para alguns familiares e a reação não foi das melhores, sendo assim ele foi conciso em dizer que não contaria para os pais, pois eles jamais aceitariam.

Assumidos ou não, um grande número de casais, independente da sua sexualidade, sente a necessidade de se unir, formar uma família, há quem diga que isso faz parte do instinto humano, mas os homossexuais não têm esse direito como civis, e agora? “Uma vez que a sociedade aceite que tanto é possível ser hetero, homo ou bissexual e aceite também a sua sexualidade e a sua diversidade de uma forma normal, por que não assumirmos que são pessoas que se amam, são do mesmo sexo e querem constituir um lar? Eu acho normal, seria uma sociedade muito mais saudável e diminuiria muito essa aceitação homossexual”, fala Dr. Maura.

Porém, nem dentro do mundo GLS essa é uma opinião unânime, pois Júnior apesar de ter vontade de constituir uma família, diz que não é a favor do casamento gay “O casamento foi feito para o homem e a mulher. Uma das questões é a religião, acho que não agradaria a igreja de modo geral”, afirma. Juliana acredita em qualquer tipo de união saudável e conta “Eu moro com minha namorada há quase dois anos, e se liberado, casaremos oficialmente. Pretendemos fazer uma inseminação para termos um filho um pouco mais tarde, quando tivermos estrutura psicológica e financeira para isso”.

Viver com o diferente, talvez seja um problema a menos aos homossexuais, pois conviver com o mesmo sexo é ter momentos com o similar. As mulheres, por natureza, são mais amorosas e os homens mais afastados, por mais que haja um envolvimento intenso. “Eu diria que a diferença comportamental entre o homem e a mulher homossexual é a demonstração de afeto, pois a mulher demonstra mais que o homem”, explica Dra. Maura.

Os paradigmas estão impostos e o amor entre todas as raças, tribos, pessoas e sexos também. A sociedade está a caminho da pós-modernidade e da diversidade, porém cabe a cada um seguir o seu objetivo e lutar por um ideal, seja ele qual for: a favor, contra, ou ao menos apaziguador.

*Nome fictício a pedido da entrevistada.
Maura de Albanesi é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC.

*O que é pior: dar ou receber um fora?

Terminar um relacionamento, independente de quem terminou, do tempo ou se é uma união hetero ou homossexual, pode levar vários nomes como: fora, pé na bunda, dispensada, entre uma infinidade de expressões. Mas o que é certo é no mínimo um mal estar, nem que seja momentâneo.

Aquele aperto no coração por conta da separação, na maioria das vezes, acaba sendo inevitável, mas segundo Roberto Shinyashiki, médico-psiquiatra, a separação é uma alternativa sadia para uma relação que se esvazia, mas não deve ser uma postura de vida, que o leve a pensar em ir embora toda vez que surgir uma nova dificuldade em seu relacionamento.

A mesclagem de momentos de prazer, felicidade, novas experiências, dificuldades, brigas e ciúmes fazem de duas pessoas um casal, que juntam e montam novas histórias e se entregam a um namoro ou até ao casamento. Porém se não der certo, a iniciativa de colocar um ponto final tem que surgir e, a partir daí há um grande problema: como dar um fora?

Para Marina*, de 26 anos, não foi nada fácil, pois ao perceber que os dias de seu namoro, de dois anos e meio, estavam contados, ela resolveu chamá-lo para conversar. “Terminei com meu namorado em 2004. Ele foi almoçar comigo, onde eu trabalhava, e eu expliquei a ele que, infelizmente, percebi que não gostava mais dele. Eu empurrava com a barriga porque achava que voltaria a sentir o que sentia antes. Foi quando comecei a ficar com outras pessoas que percebi que já não fazia mais sentido continuar com aquilo”. E acrescenta “Me senti mal porque a reação dele não foi boa. Ele chorou e ficou bastante magoado. Mas não me arrependo, pois sei que era o melhor a se fazer”.

Será que é mais difícil para o homem ou para a mulher dar um fora? Segundo o senso comum, para os homens sempre foi mais fácil, pois a ostentação de ser uma espécie de ‘chefe’ da relação é forte (pelo menos entre os mais machistas, mas há quem os chame de tradicionais). Mas nos últimos 50 anos, essa realidade mudou. Uma nova mulher está em cena, aquela que pode, por exemplo, criar seus filhos sozinha, independentemente da ajuda do pai da criança. Sendo assim, todos estamos vulneráveis a dar ou ganhar um fora. “Mas, de alguma forma, homens e mulheres estão procurando uma nova maneira de se relacionar, mais plena, em que o amor supere o medo e a riqueza afetiva vença a pobreza”, comenta Shinyashiki.

Mas para tudo existe os dois ‘lados da moeda’ e se dar um fora é complicado imagine receber. Rafael Magalhães, mais conhecido entre os amigos como Koelho, 24 anos, conta que para ele existiram dois casos especiais “Um [fora foi] por carta, que a garota morava a dois quarteirões de casa e para evitar constrangimentos me enviou o adeus por carta. O outro foi pessoalmente, se é que a garota estava mesmo ali. Ela ficou completamente calada durante uns 20 minutos, nos quais tentei conversar com ela. Daí, acabei tendo que dar o que ela queria: terminei o namoro. Até hoje ela me joga isso na cara, como se fosse um ‘tá vendo?’”.

Enfim, está tudo acabado. A tristeza é o sentimento mais freqüente agora, mas isso não é motivo para desespero, pois esse fim é o início de uma nova era. Ser dispensado(a), por incrível que pareça, deve ser encarado como motivação às mudanças e uma vida melhor. Mas é importante ressaltar, que ninguém pode ser onipotente, e Roberto Shinyashiki aconselha: “As pessoas mais próximas é que vão estar com você nos melhores e piores momentos da sua vida. Peça ajuda aos amigos, familiares ou – se for o caso – para uma analista. Não insista em ser auto-suficiente sempre”.

Dar a volta por cima, às vezes, não significa esquecer. Com o tempo as mágoas se apagam e o amor pode se tornar amizade, como nos casos de Koelho “Nunca as esqueci. Não vou dizer que isso é ruim, gosto de todas elas, como amigas, inclusive, das que eu dei o fora”.

Existem casos, em que a pessoa se entrega de corpo e alma ao outro ou fica em dúvida se terminar foi a melhor decisão. Por mais que tenha se passado anos e outras pessoas já apareceram em sua vida, ela continua pensando, filosofando e com medo.

“É comum uma pessoa se separar apenas externamente — evitar o contato pessoal —, mas não romper o relacionamento dentro da própria cabeça. Nesses casos, a relação não resolvida pode levá-la a não se arriscar mais no amor porque já não confia em si, não tem mais prazer em amar e perdeu as esperanças”, explica o médico-psiquiatra.

Como já diria o grupo CPM 22, “o mundo dá voltas” e tudo pode e vai sempre melhorar, mas cuidado! “Um dos maiores erros que alguém pode cometer é romper uma relação porque pretende viver com outra pessoa, pois o mais provável é que muitos dos antigos erros sejam repetidos na nova união. Uma separação saudável é aquela em que alguém se separa por se dar conta de que o relacionamento não tinha mais como se manter sem sérios danos para uma das partes”, diz Roberto Shinyashiki.

*Nome fictício a pedido da entrevistada.
Roberto Shinyashiki é médico-psiquiatra com pós-graduação em Gestão de Negócios (MBA – USP) e doutor em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP).
Site: http://www.shinyashiki.com.br

*Rapidinha ou precoce?

Depois de alguns dias de paquera e clima de conquista, enfim você consegue ter em seus braços aquela mulher tão almejada. Antes ou entre os beijos, abraços e amassos, pode rolar ansiedade e nervosismo e, quando chega o momento, a hora ‘H’, tudo acontece muito rápido e aparentemente prematuro. O que será que aconteceu?

A falta de controle ejaculatório, mais conhecida como ejaculação precoce (EP), é algo muito comum entre os homens, principalmente durante a adolescência. Alguns estudos já chegaram a divulgar que cerca de 30% dos brasileiros sofrem desse mal, mas infelizmente boa parte não procura ajuda, tratamento e nem saber o que realmente está acontecendo. O importante neste conceito é a decepção do homem de ejacular rápido demais não o deixando satisfeito e por saber que a sua parceira não teve tempo de se excitar o suficiente para chegar ao orgasmo, explica o Dr. Celso Marzano, urologista e terapeuta sexual.

A ejaculação rápida pode acontecer com ou sem penetração, o que acaba restringindo a sexualidade do casal, e caso não tratada, pode até levar a disfunção erétil, a tão temida impotência. O homem se sente constrangido, decepcionado e fica na defensiva, muitas vezes culpando a parceira, diz Dr. Celso.

Nessas horas é melhor deixar de lado os preconceitos e o mito de que o homem é alguma espécie de super-herói do sexo e procurar ajuda. Sendo assim, que tal começar por quem está ao seu lado? Afinal, a sua esposa, namorada, ficante ou companheira pode ajudá-lo a procurar o profissional certo e depois, participar do tratamento, o que segundo o terapeuta sexual, os resultados de sucesso são mais rápidos.

Mas como saber se é ejaculação precoce ou foi apenas uma rapidinha? Ejaculação precoce nada tem a ver com o tempo, mas sim com satisfação e prazer, ou seja, se você ejacula em cinco minutos e está feliz com sua satisfação de prazer não é considerado EP. O tempo da ejaculação é variável e depende do nível de excitação do homem, o importante não é o tempo, que pode demorar de minutos a horas, mas sim a sua satisfação sexual, comenta Dr. Marzano, que aproveita para explicar as causas da EP que podem ser físicas, como a fimose (incapacidade de expor completamente a glande, com o pênis flácido ou ereto) ou o freio do pênis (película que liga o prepúcio à glande), embora as principais sejam de origem psicológica. A ansiedade entra em 95% das vezes.

Agora, que as causas e o significado da EP já foram revelados, falta saber se existe cura, qual o profissional certo, se há tratamento e medicamento. Preocupado? Relaxe, pois existe cura sim! Ao procurar um terapeuta sexual, o paciente deve ter ciência da terapia, acreditar, ter tempo para os exercícios, determinação, disciplina e estar pronto para mudanças.

A paciência será sua grande aliada, pois o tratamento para ejaculação precoce é a terapia sexual. Mas para os que forem de causa física, uma cirurgia de fimose pode resolver o problema. Nas causas emocionais, 95%, a terapia sexual é recomendada e dura em torno de 6 a 12 sessões. É uma terapia focada, que trata do problema específico da ejaculação, de maneira relativamente rápida, com orientação sexual. Será um processo para aprender a sua própria resposta sexual e com exercícios de masturbação, aperto do pênis com técnica específica e posições sexuais adequadas para prolongar o tempo de ejaculação.

Os remédios antidepressivos e ansiolíticos também podem ser bem-vindos, mas perigosos. Afinal, são medicamentos paliativos e controlados por receita azul, que diminuem a ansiedade e controlam um pouco a ejaculação, mas podem mudar o estado de vigília da pessoa.

O Dr. Celso Marzano aproveita para dar algumas dicas para evitar a EP. Relaxe e se envolva com beijos, abraços e carinhos, assim conhecendo a sua parceira em detalhes, centímetro por centímetro. Dessa forma, você irá relaxar, diminuir a sua ansiedade e ter, com certeza, um maior prazer sexual. Sendo assim, não cobre o seu desempenho sexual e deixe acontecer!

Dr. Celso Marzano é médico urologista, sexólogo e terapeuta sexual.
Site oficial: http://www.celsomarzano.com.br

*Verão: a estação do amor

“É verão, sei lá. Dá uma vontade boa de se dar, tempo bom de ser feliz, tempo bom de namorar.” Esse trecho da música “É Verão”, da galera do Jammil e Uma Noites, traduz perfeitamente o clima quente de azaração e diversão da galera nesta época do ano.

Segundo a psicóloga e terapeuta sexual, Claudya Toledo, a atração e o tesão aumentam com as altas temperaturas e ela explica “Aumenta sim, com certeza, porque a energia da ação é quente e a temperatura do verão ajuda, sem contar que, as pessoas estão mais dispostas. O homem é mais visual e a mulher mais auditiva, então ele vendo as pernas, um decote, barriga de fora e um biquíni, a vontade aumenta e a paquera fica mais fácil”.

Sendo assim, na praia, na rua, na praça, no campo ou na casinha de sapê, ou seja, no verão qualquer lugar é lugar para paquerar. O personal paquera, Daniel Madeira, explica que não há um lugar certo, porém existem locais favoráveis como o “Calçadão da praia, bares, baladas, etc. que são onde encontram-se pessoas com os mesmos interesses, mas sabendo agir, qualquer lugar pode ser propício até mesmo num supermercado”.

Tratando-se de uma dica de um especialista em paquera, por favor, ‘atire’ o primeiro beijo quem não se perguntou – Como é saber agir? – então para que não reste dúvidas e você se dê bem nesse início de ano e na estação do amor, Daniel dá algumas sugestões de como homens e mulheres devem se comportar na hora da sedução “Primeiro, deve-se estar bem de espírito, depois ser atrativo de atitude e personalidade (vestir-se bem e cuidar da higiene em geral). Também é importante conseguir manter uma conversa, ou seja, se permitir a conhecer novas pessoas e ser uma pessoa sociável, e escalar o contato físico (conseguir gerar atração no outro até chegar no beijo). Por último, vem a grande arma na sedução: o olhar nos olhos”.

Vale a pena ressaltar, que para manter uma conversa não é necessário fazer o mais do mesmo e do pior como cantadas sem criatividade do tipo: “Você vem sempre aqui?”, “Te conheço de algum lugar”. “As [cantadas] sem criatividade, tipo essas abordagens não são interessantes! O ideal é ter uma atitude madura e se não vier nada na cabeça, apenas se auto apresente e comece a conversar com a garota. De preferência, sem demonstrar interesse sexual no início e olhando bem nos olhos da garota. Dessa forma, procure passar segurança e confiança para ela com a afinidade criada, dependendo da garota tente planejar algo com ela para mais tarde”, diz Daniel Madeira.

Ouse! Na paquera a ousadia é muito importante então, não pense! “Quando você ver a garota dos seus sonhos não seja inseguro e se auto apresente à garota e comece a conversar com ela. Seja carismático e a envolva na conversa. Aborde diversos assuntos e abuse da auto estima e confiança!”, fala o personal paquera.

Com todo esse clima de novos romances, Claudya Toledo afirma que “No verão aumentam os casos de início de namoro, pois a atração física é grande, porém a mulher tem que ficar atenta para reformar esse relacionamento a um namoro e não ficar só na transa, no ato sexual”.

“Quando o homem vem com muita cede ao pote e a mulher quer namorar é melhor fazer com que o homem goste dela e crie primeiro algo em comum entre os dois antes da transa. O amor vem das afinidades e não apenas da transa, então é importante que se desenvolva uma relação antes da transa, que a partir daí eles poderão ter uma transa com amor e não só a transa pelo corpo” complementa Claudya com uma dica às mulheres.

As praias Mole em Florianópolis, SC, e Enseada no Guarujá, litoral sul de SP, são locais bem cogitados à paquera, e o personal Daniel confirma dizendo que “São locais onde encontramos muita gente bonita e interessante, especialmente nessa época”.

Daniel Madeira é um personal paquera e escritor
Site oficial: www.personalpaquera.com.br

Claudya Toledo é psicóloga e proprietária da agência de casamentos “A2 Encontros”. Escritora, especialista em relacionamento afetivo, escreveu o “Manual da Cara Metade”.
Site oficial: http://www.a2encontros.com.br

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